Os principais indicadores do cenário - juros, câmbio, índices e commodities - e, mais importante, como cada um afeta as estratégias de investimento e os setores da bolsa.
O macro não decide tudo, mas dá o pano de fundo. Veja as leituras principais - sempre educacional, nunca recomendação.
Renda fixa fica mais atrativa e 'desconta' o valor das ações - pesa mais em empresas de crescimento e endividadas. Bancos tendem a se beneficiar. Para quem vive de dividendos, o yield precisa competir com a renda fixa.
Ver método Bazin (renda) →Dólar alto favorece exportadoras e empresas de commodities (receita em dólar); prejudica importadoras e quem tem dívida em dólar. É uma força importante para mineradoras, petroleiras e o agro.
Explorar ações por setor →O Brent é a referência global de preço do petróleo e move diretamente o setor de óleo e gás (ex.: Petrobras). Sobe e desce com oferta/demanda mundial, muitas vezes sem nada mudar na empresa em si.
Ações de valor →Em cenários incertos, empresas de qualidade (alto ROE, baixa dívida) e de setores perenes tendem a oscilar menos. Cíclicas (commodities) dependem mais do humor macro e do preço da matéria-prima.
Ver método Bastter (qualidade) →As informações têm caráter educacional e informativo e não constituem recomendação de investimento (CVM Res. 20/2021). Critérios baseados em fórmulas públicas e objetivas. Rentabilidade passada não garante resultados futuros.