Passa em Graham; não passa em Buffett, Bastter, Bazin, Barsi, Lynch, Greenblatt, Piotroski.
Atualizado após o pregão · 25/06/2026DMVF3 (D1000 VAREJO FARMA PARTICIPAÇÕES S.A.) é uma ação do setor de Comércio (Atacado e Varejo) negociado na B3. DMVF3 só cumpre os critérios de Benjamin Graham; reprova em Warren Buffett, Maurício Bastter, Décio Bazin, Luiz Barsi, Peter Lynch, Joel Greenblatt e Joseph Piotroski. Isso dá um consenso parcial: 46/100. A margem de segurança de Graham é ampla (51,1%).
Em números: a ação negocia a R$ 6,98, P/L de 13,7×, P/VP de 0,4× e ROE de 2,9%. Veja abaixo o veredito de cada metodologia, com a regra, o valor apurado e a explicação do porquê.
Preço-teto pelo critério Bazin: é o limite da metodologia, não um preço de compra ou alvo recomendado.
O “porquê” de cada tese - regra, valor apurado e explicação.
Valor · graham@1.0.0
Na ótica de Benjamin Graham (valor), DMVF3 cumpre os 4 critérios desta tese.
LPA de R$ 0,51 - empresa lucrativa.
Paga-se 13,7× o lucro anual (limite de Graham: 15×).
Preço vale 0,39× o patrimônio por ação (limite: 1,5×).
Produto P/L × P/VP = 5,4 (regra combinada de Graham: < 22,5).
Valor · buffett@1.0.0
DMVF3 atende 2 de 4 critérios de Warren Buffett, mas não passa - os pontos que reprovam: Retorno sobre o patrimônio de 2,9% (mínimo: 15%) e Margem líquida de 1,2% (mínimo: 10%).
A empresa é lucrativa no período.
Retorno sobre o patrimônio de 2,9% (mínimo: 15%).
Margem líquida de 1,2% (mínimo: 10%).
Dívida bruta equivale a 0,04x o patrimônio (limite: 1x).
Valor · bastter@1.1.0
DMVF3 atende 2 de 5 critérios de Maurício Bastter, mas não passa - os pontos que reprovam: 5 anos consecutivos de lucro (mínimo: 7); Menor ROE do período: 0% (mínimo: 8%); e ROE médio de 1,4% no período (mínimo: 15%).
Controle privado/estrangeiro - sem o risco de governança das estatais.
5 anos consecutivos de lucro (mínimo: 7).
Menor ROE do período: 0% (mínimo: 8%).
ROE médio de 1,4% no período (mínimo: 15%).
Dívida bruta equivale a 0,04x o patrimônio (limite: 1x).
Renda · bazin@1.0.0
DMVF3 não se enquadra na tese de Décio Bazin (renda). Reprova porque: DY de 0% nos últimos 12 meses (mínimo de Bazin: 6%); Sem proventos suficientes para calcular o preço-teto; e 0 anos consecutivos pagando proventos (mínimo: 5).
DY de 0% nos últimos 12 meses (mínimo de Bazin: 6%).
Sem proventos suficientes para calcular o preço-teto.
0 anos consecutivos pagando proventos (mínimo: 5).
Renda · barsi@1.0.0
DMVF3 não se enquadra na tese de Luiz Barsi (renda). Reprova porque: Setor "Comércio (Atacado e Varejo)" fora dos setores perenes da carteira de Barsi; DY de 0% nos últimos 12 meses (mínimo: 6%); 0 anos consecutivos pagando proventos (mínimo: 5); e Sem lucro para sustentar os proventos no período.
Setor "Comércio (Atacado e Varejo)" fora dos setores perenes da carteira de Barsi.
DY de 0% nos últimos 12 meses (mínimo: 6%).
0 anos consecutivos pagando proventos (mínimo: 5).
Sem lucro para sustentar os proventos no período.
Valor · lynch@1.0.0
DMVF3 atende 3 de 4 critérios de Peter Lynch, mas não passa - o ponto que reprova: Crescimento de 280,8% a.a. (acima de 50% é tido como insustentável).
Empresa lucrativa no último exercício.
Lucro cresceu 280,8% a.a. nos últimos 4 anos (mínimo: 10%).
Crescimento de 280,8% a.a. (acima de 50% é tido como insustentável).
PEG de 0,05 (P/L 13,7 ÷ crescimento 280,8%). Abaixo de 1 = crescimento barato.
Valor · greenblatt@1.0.0
DMVF3 atende 2 de 3 critérios de Joel Greenblatt, mas não passa - o ponto que reprova: Retorno sobre o capital investido de 7,2% (mínimo: 15%).
A operação gera lucro antes de juros e impostos.
O lucro operacional rende 18,9% sobre o valor da firma (mínimo: 12%).
Retorno sobre o capital investido de 7,2% (mínimo: 15%).
Valor · piotroski@1.0.0
DMVF3 atende 3 de 9 critérios de Joseph Piotroski, mas não passa - os pontos que reprovam: Pontuação de força financeira: 3 de 8 critérios (mínimo: 6); Geração de caixa operacional não positiva; Lucro acima do caixa gerado - atenção à qualidade do lucro; Dívida de longo prazo sobre ativo foi de 1,1% para 1,5%; Liquidez corrente foi de 1,16 para 1,14; e Margem bruta foi de 31,6% para 30,6%.
Pontuação de força financeira: 3 de 8 critérios (mínimo: 6).
Retorno sobre o ativo de 1,4% no último ano.
Geração de caixa operacional não positiva.
ROA foi de 1,4% para 1,4%.
Lucro acima do caixa gerado - atenção à qualidade do lucro.
Dívida de longo prazo sobre ativo foi de 1,1% para 1,5%.
Liquidez corrente foi de 1,16 para 1,14.
Margem bruta foi de 31,6% para 30,6%.
Receita sobre ativo foi de 1,13 para 1,18.
Quando e quanto este ativo paga - calendário, próximos pagamentos declarados e quanto você receberia.
Sem proventos declarados no período disponível.
As informações têm caráter educacional e informativo e não constituem recomendação de investimento (CVM Res. 20/2021). Critérios baseados em fórmulas públicas e objetivas. Rentabilidade passada não garante resultados futuros. Dados apurados em 25/06/2026.